Transformação Digital nas Escolas e a disruptura tecnológica na Educação

A disruptura tecnológica tem a ver com a criação de um modelo de negócios completamente diferente dos tradicionais de um determinado segmento. A disruptura normalmente é um processo muito rápido e que transforma todo um setor. 

Exemplos práticos e fáceis de compreender são os modelos de negócio do Uber e do Airbnb.

Mas será que toda a mudança se dá para o melhor do setor?

No post que saiu hoje no instagram da @talent4edu, falo justamente sobre a diferença entre Modernindade e Inovação.

O movimento de disruptura na educação propõe que haja uma mudança para resolver problemas que presenciamos dia após dia como professoras e alunas do sistema educacional atual, sendo assim, buscando a inovação.

Isso quer dizer que quando planejamos uma aula que envolva o uso de tecnologia, nós ainda vamos nos preocupar em ter objetivos claro, suprir as necessidades educacionais de nossos pupilos e resolver problemas.

Além disso, podemos também ver uma mudança na forma como as instituições educacionais funcionam quando unem ferramentas digitais aos processos básicos, como a possibilidade de compartilhar arquivos entre equipes e a colaboração em tempo real, que além de economizar papel e tempo, pode tornar o processo ainda mais criativo.

Exemplos de como a transformação digital pode influenciar processos:

  • enviar um recado a todos os pais de uma turma, ou até do colégio inteiro, de uma só vez, em questão de segundos. Pode também saber automaticamente quem visualizou e obter dados estatísticos.
  • acabar com o papel e com as tarefas manuais, liberando os professores para atividades mais produtivas.
  • ter uma comunicação em 360º. Uma das vantagens diretas disso em relação à produtividade é que as equipes da escola que têm tarefas em comum conseguem trocar informações sobre elas de forma eficaz, evitando mal-entendidos e retrabalho.
  • economia: custos com agendas escolares, resmas de folha, toners de tinta, clips, grampos e colas, podem diminuir em 90%.
  • a economia de tempo: corte de tarefas manuais pode gerar horas deeconomia para profes e secretaria acadêmica! São horas que podem ser empregadas em tarefas mais produtivas, aumentando a agilidade e a eficiência dos trabalhos!
  • criação de trilhas de estudos personalizada, com base na forma como cada um tem mais capacidade de aprender.
  • avaliar o desempenho dos estudantes com maior rapidez e facilidade.
  • impedir uso de material plagiado.
  • tudo isso e muito mais…

 

 

Como você, profe, e a sua instituição têm encarado essa transformação?

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